Definição
O problema, formalmente.
Dado um grafo G e uma função h que atribui a cada vértice um rótulo em {0, 1, 2, 3, 4}, um vértice é ativo quando seu rótulo é maior que zero. A vizinhança ativa de v, escrita AN(v), é o conjunto dos vizinhos ativos de v.
Função de Dominação Romana Tripla
Σu ∈ N[v] h(u) ≥ 3 + |AN(v)|, ∀ v ∈ V(G)
O peso de h é a soma dos rótulos. O número de dominação romana tripla γ3R(G) é o menor peso possível de uma função válida, e o problema consiste em determiná-lo. A versão de decisão é NP-completa, inclusive restrita a grafos bipartidos e cordais.
Subtrair |AN(v)| dos dois lados dá a forma usada na visão geral: cada vizinho ativo contribui com h(u) − 1, isto é, envia tudo menos uma legião, enquanto o próprio vértice contribui com h(v) integral. As duas escritas são a mesma desigualdade.
Um resultado que enxuga o modelo: para todo grafo conexo não trivial existe uma função ótima que não usa o rótulo 1 (Abdollahzadeh Ahangar et al., 2021). Se um vértice recebe 1, é sempre possível zerá-lo e promover um vizinho sem aumentar o peso. Por isso tanto a formulação exata quanto as meta-heurísticas trabalham apenas com {0, 2, 3, 4} — uma variável a menos por vértice.
Os limitantes usados como referência no trabalho: γ3R(G) ≥ ⌈4n / (Δ+1)⌉ para grafos conexos com Δ ≥ 3 e n ≥ 2 (Valenzuela-Tripodoro et al., 2024), e γ3R(G) ≤ 3n/2 para grafos conexos com δ ≥ 2 (Hajjari et al., 2023).